Solução sustentável: assinatura de energia solar como alternativa econômica à conta de luz

Consumidores de todo o Brasil têm enfrentado aumentos na conta de luz devido à bandeira tarifária vermelha em julho. Com o adicional de R$ 4,46 a cada 100 kWh consumidos e a maior demanda por aquecedores e chuveiros elétricos no inverno, a pressão nos orçamentos familiares e empresariais tem levado muitos a buscar alternativas de fornecimento de energia.

Um dos modelos que tem ganhado espaço é a geração distribuída solar, que permite acessar energia solar sem a necessidade de instalar painéis em residências ou empresas. Em 2024, a energia solar tornou-se a segunda principal fonte de geração do Brasil, atrás apenas das hidrelétricas, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Empresas como Serena e AXS Energia oferecem o modelo de geração distribuída por assinatura de forma simples, digital e sem custo de instalação. Os consumidores recebem uma cota da energia gerada remotamente pelas usinas das fornecedoras, como Serena e AXS, possibilitando descontos mensais na fatura.

Os descontos variam conforme o estado e o perfil de consumo, mas a economia costuma girar entre 10% e 20%. Empresas como Da Fazenda Alimentos Congelados em Goiânia e consumidores residenciais, como Aparecido Bento da Silva em São José do Rio Preto, têm relatado reduções significativas nas contas de energia.

Além da economia na conta de luz, a escolha pela energia solar distribuída por assinatura também contribui para um modelo mais sustentável, atraindo consumidores que buscam deixar um legado ambientalmente positivo para as próximas gerações.

Apesar da preocupação de que as concessionárias poderiam ser prejudicadas, o modelo garante a remuneração de todos os elos da cadeia. Empresas como CPFL Paulista, Cemig, Copel, Equatorial e Elektro continuam sendo remuneradas por atuarem como intermediárias essenciais no processo.

Apesar do crescimento, a geração distribuída solar ainda enfrenta entraves estruturais e regulatórios. Questões como a viabilidade de projetos em larga escala, regulação e incentivos fiscais impactam os investimentos necessários para expandir a capacidade de geração.

Uma tendência é a abertura do mercado livre para consumidores residenciais, o que permitirá que escolham de quem comprar energia. Essa mudança pode ocorrer até 2028, antecipando-se para os próximos anos, proporcionando mais opções e concorrência no setor.

Com a busca por alternativas mais econômicas e sustentáveis, a energia solar distribuída por assinatura se apresenta como uma solução atrativa para consumidores e empresas que buscam reduzir custos e contribuir para um futuro mais sustentável no setor energético brasileiro.

Fonte: CNN Brasil

Publicado por Redação AmdJus, com base em fontes públicas. Saiba mais sobre nossa linha editorial.

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