Gerente revela: ‘Conto com seguro de vida para paz de espírito durante procedimento cirúrgico’

Gerente de atendimento relata experiência de acionar seguro de vida em cirurgia cardíaca

Gizele Araújo, gerente de atendimento, vivenciou um episódio de ataque cardíaco que a levou a uma cirurgia cardíaca emergencial. Aos 40 anos, foi diagnosticada com ataque supraventricular após passar mal em casa e ser encaminhada ao pronto-socorro. A paciente precisou se submeter a uma ablação cardíaca, um procedimento invasivo.

No momento delicado antes da cirurgia, Gizele recorreu ao seguro de vida, buscando tranquilidade ao saber que a família estaria amparada financeiramente. A cobertura escolhida foi a DIH (Diária por Internação Hospitalar), que garante o pagamento de uma diária fixa durante o período de internação hospitalar, sem levar em consideração outros custos médicos. Essa providência financeira deu suporte nos dias de observação e durante a realização da cirurgia.

Segurança para decisões e amparo familiar

A experiência de Gizele ressalta a importância do seguro de vida para casos emergenciais de saúde, como o enfrentado por ela. A gerente destaca que a segurança proporcionada pelo seguro permitiu que ela tomasse decisões fundamentais para sua saúde, sabendo que a família estaria protegida em caso de eventualidades. Esse respaldo financeiro foi essencial para garantir não apenas o tratamento médico, mas também a estabilidade da família diante da situação de saúde.

Atuando no mercado segurador há mais de duas décadas, Gizele começou a considerar a importância do seguro de vida quando decidiu migrar para um plano complementar meses antes do episódio do ataque cardíaco. A decisão, orientada por um corretor, revelou-se fundamental para a segurança financeira da gerente e de sua família em um momento de urgência médica.

Lições e recomendações sobre seguros de vida

A filha de Gizele, Giovanna Brito, ressalta a importância do seguro de vida ao refletir sobre a possibilidade de sua mãe não estar presente durante o episódio de saúde. A tranquilidade proporcionada pela cobertura financeira do seguro não apenas aliviou o impacto emocional, mas também garantiu que a família pudesse se manter amparada financeiramente em MEIo à situação crítica.

Diante de sua experiência, Gizele Araújo enfatiza a relevância de repensar a decisão de não possuir um seguro de vida. A gerente destaca que a precaução de se proteger financeiramente foi determinante para a sua história, ressaltando a importância de viver cada dia de forma única e consciente das escolhas que impactam o futuro.

Conclusão

A história de Gizele Araújo evidencia a importância do seguro de vida como um suporte financeiro crucial em situações de emergência médica. A decisão de acionar a cobertura DIH durante o episódio de ataque cardíaco não apenas garantiu a estabilidade financeira da paciente e de sua família, mas também permitiu que ela enfrentasse o procedimento cirúrgico com maior tranquilidade. A experiência de Gizele destaca a relevância de considerar o seguro de vida como um investimento na segurança e no bem-estar familiar, proporcionando não apenas amparo financeiro, mas também tranquilidade em momentos críticos de saúde.

Fonte: Exame

Publicado por Redação AmdJus, com base em fontes públicas. Saiba mais sobre nossa linha editorial.

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