Descubra o que o seguro do prédio cobre em casos de alagamento durante as chuvas

Seguro de condomínio: o que cobre nas chuvas?

Recentemente, um temporal em São Paulo fez a Defesa Civil emitir alerta extremo para chuvas, causando alagamentos e outros transtornos. Janeiro, conhecido por chuvas intensas, tempestades e vendavais, aumenta os prejuízos em imóveis residenciais e condomínios, como quedas de energia, destelhamentos, infiltrações, árvores derrubadas e danos elétricos.

Especialistas alertam que muitas vezes os moradores descobrem as limitações do seguro de condomínio após um temporal, destacando a importância de revisar a apólice, já que a cobertura mínima pode não ser suficiente, resultando em prejuízos não indenizados pela seguradora.

Nos seguros de condomínio mais abrangentes, costumam estar cobertos destelhamentos, danos estruturais causados por ventos fortes, infiltrações, danos elétricos, entre outros. Porém, é fundamental conferir se eventos como vendavais e danos elétricos estão detalhadamente descritos na apólice.

Apesar disso, existem situações que costumam não ser indenizadas pelo seguro, como veículos atingidos por árvores, eletrodomésticos danificados, móveis e bens pessoais dos moradores, danos decorrentes de falta de manutenção, entre outros casos. É importante ressaltar que o seguro do condomínio cobre a estrutura e não os bens dentro das unidades.

Quanto à divisão de responsabilidades após um temporal, cabe ao condomínio acionar o seguro para áreas comuns, telhados coletivos, fachadas e árvores; ao proprietário, danos internos da unidade se houver seguro residencial; e ao inquilino, somente se possuir seguro próprio ou se for comprovada negligência do proprietário.

A falta de manutenção pode ser um fator determinante para a negação da indenização, mesmo em casos de danos causados por chuvas ou vendavais. Além disso, critérios como velocidade mínima do vento, laudos meteorológicos e diferenciação entre chuva “normal” e fenômenos extremos podem influenciar na cobertura do seguro.

Para evitar prejuízos, é aconselhável verificar se a apólice possui coberturas amplas, limites de indenização, franquias e riscos locais, bem como incluir proteções específicas para danos elétricos, vendavais e enchentes, e documentar a manutenção do imóvel. A prevenção é essencial para evitar disputas e prejuízos após eventos climáticos.

Em suma, entender o contrato de seguro, manter o imóvel em dia e buscar um seguro mais completo, com coberturas específicas para as necessidades locais, são medidas importantes para garantir a proteção necessária em casos de danos causados por chuvas e vendavais.

Fonte original: CNN Brasil

Publicado por Redação AmdJus, com base em fontes públicas. Saiba mais sobre nossa linha editorial.

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