Tarifas revistas: EUA implementam taxa reduzida de 10% em novos ajustes econômicos

Nova tarifa dos EUA entra em vigor com taxa reduzida para 10%

Uma nova tarifa adicional de 10% entrou em vigor nos Estados Unidos, a partir de terça-feira (24), sobre todos os produtos não beneficiados por isenções. O anúncio inicial, feito pelo presidente Donald Trump, era de uma taxa global temporária de 10%, mas menos de 24 horas depois ele declarou que aumentaria para 15%.

A decisão foi uma resposta à Suprema Corte que derrubou as tarifas anteriores, justificadas como emergenciais. Segundo um comunicado da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP), as importações, exceto as isentas, estarão sujeitas a uma taxa adicional de 10%.

Essa medida causou confusão sobre a política comercial dos EUA, sem uma explicação clara para a escolha da taxa mais baixa em relação aos 15% prometidos anteriormente. O Financial Times mencionou um funcionário da Casa Branca indicando que o aumento para 15% poderá acontecer posteriormente, porém essa informação não foi confirmada pela Reuters de imediato.

As novas tarifas entraram em vigência à MEIa-noite, enquanto as tarifas revogadas pela Suprema Corte foram suspensas. Estas variavam de 10% a 50%. A lei da Seção 122 autoriza o presidente a estabelecer as novas tarifas por até 150 dias, para lidar com déficits considerados “grandes e graves” na balança comercial e “problemas fundamentais de pagamentos internacionais”.

De acordo com a ordem tarifária de Trump, há um déficit anual na balança comercial dos EUA de US$1,2 trilhão em bens, um déficit em conta corrente de 4% do PIB e uma reversão do superavit de renda primária nos EUA.

Em resposta, Trump alertou outros países a não desfazerem acordos comerciais recentes com os EUA, afirmando que, caso isso ocorra, ele implementará tarifas mais elevadas sob diferentes leis comerciais. O Japão solicitou que os EUA garantam um tratamento tão favorável quanto o acordo anterior sob o novo regime tarifário. Enquanto a União Europeia e o Reino Unido expressaram interesse em manter os acordos firmados.

Essas movimentações comerciais têm impacto direto na economia global, refletindo a postura protecionista adotada pelos Estados Unidos sob a gestão de Donald Trump. A incerteza em relação ao cenário tarifário, que pode mudar rapidamente, gera preocupações em diversos setores produtivos ao redor do mundo.

Fonte: InfoMoney

Publicado por Redação AmdJus, com base em fontes públicas. Saiba mais sobre nossa linha editorial.

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