Receita de software impulsionada por Inteligência Artificial: 30% até 2035.

Agentic AI: A Revolução da Inteligência Artificial nos Negócios

A projeção da Softtek aponta que a Agentic AI, baseada em agentes autônomos, representará 30% da receita global de software corporativo até 2035. Com um crescimento médio anual acima de 40% nos próximos anos, a tecnologia é considerada o principal vetor de transformação estrutural das empresas.

O relatório Digital Trends 2026 destaca a transição da IA generativa para sistemas capazes de planejar, executar e ajustar fluxos de trabalho de forma autônoma. A Agentic AI atua como um “sistema de decisão”, assumindo tarefas ponta a ponta sem a necessidade de comando humano.

Do Executante ao Curador: a Evolução da Liderança Empresarial

Com a autonomia da IA evoluindo, o papel das lideranças passa de “executores de tarefas” para “curadores de agentes”. É crucial garantir que a autonomia da IA esteja alinhada à estratégia e governança das companhias. Esta mudança não é apenas tecnológica, mas também cultural e operacional.

Decisão Automatizada como Padrão Empresarial

O relatório aponta que as empresas estão migrando para sistemas contínuos de decisão, deixando de lado os modelos baseados em relatórios estáticos. Áreas como Finanças, supply chain e gestão de riscos serão fortemente impactadas pela capacidade dos Agentes de Personalização, Agilidade e Dinâmica.

O Conceito de AI-First by Design e o Surgimento de AgentOps

O conceito de “AI-First by Design” ganha destaque, sugerindo que produtos e sistemas devem ser construídos com inteligência integrada desde o início para permitir aprendizado contínuo. A autonomia da IA também demanda novos controles, levando ao surgimento do “AgentOps”, uma disciplina focada no monitoramento e validação dos agentes.

Governança e Confiança na Autonomia da IA

A eficiência da transição para a autonomia da IA depende da governança empresarial. Indicadores como “Taxa de Sucesso Autônomo” e “Explicabilidade das Decisões” são propostos para garantir que a autonomia não amplie os riscos regulatórios. O sucesso não virá apenas da tecnologia, mas da confiança depositada nela.

A Evolução da IA Empresarial em 2026

O ano de 2026 marca o momento em que a IA deixa de ser uma ferramenta de apoio para se tornar a infraestrutura de decisão empresarial. As organizações devem considerar não apenas a incorporação da IA, mas também o nível de autonomia que estão dispostas a delegar e os critérios de controle necessários.

Neste cenário de transformação digital acelerada, as empresas que souberem adotar e adaptar-se às novas tecnologias autônomas estarão à frente no mercado competitivo, proporcionando agilidade, eficiência e inovação em suas operações. A Inteligência Artificial, impulsionada pelos agentes autônomos, promete revolucionar a forma como os negócios são conduzidos nos próximos anos.

Fonte original: Receita Federal

Publicado por Redação AmdJus, com base em fontes públicas. Saiba mais sobre nossa linha editorial.

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