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Planejar viagem para EUA e Argentina requer atenção redobrada e seguro obrigatório

Se você pretende viajar para o exterior em 2025, é importante ficar atento às novas exigências e mudanças que afetam o planejamento de viagens internacionais. Destinos como Argentina e Estados Unidos, muito procurados pelos brasileiros, implementaram medidas que requerem atenção especial dos viajantes.

Na Argentina, por exemplo, todos os estrangeiros agora são obrigados a apresentar um seguro-viagem válido ao entrar no país. Essa medida foi estabelecida por decreto presidencial com o objetivo de aliviar a sobrecarga no sistema de saúde argentino. Já nos Estados Unidos, as tarifas sobre produtos importados de várias regiões, anunciadas pelo presidente Donald Trump, estão impactando o custo de itens e serviços consumidos por turistas, como hospedagem, aluguel de carros e passagens aéreas.

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O seguro-viagem tem se destacado em 2025, com um crescimento de 11,66% em relação ao ano anterior, totalizando R$ 390 milhões arrecadados em prêmios nos primeiros cinco meses do ano, de acordo com a Susep. Apesar desse aumento na procura, muitos brasileiros ainda negligenciam essa proteção devido ao custo, sugerindo uma questão de educação financeira.

Algumas simulações mostram que o valor de uma mala despachada em voos internacionais pode variar de US$ 100 a US$ 200 (R$ 550 a R$ 1.100), enquanto um seguro-viagem completo custa aproximadamente R$ 420. Ou seja, muitos viajantes gastam mais com bagagem do que com a própria segurança durante a viagem.

O seguro-viagem é um produto fundamental para garantir proteção financeira e tranquilidade aos turistas durante toda a sua jornada, seja a lazer ou a trabalho. Embora não seja obrigatório em todos os destinos, ele pode ser crucial em situações inesperadas, facilitando a resolução de problemas, reduzindo o estresse e agilizando o atendimento ao cliente.

As coberturas do seguro-viagem podem incluir assistência médica e hospitalar em casos de acidentes ou doenças, repatriação em caso de falecimento, extravio de bagagem, cancelamento de viagem, auxílio com perda de documentos, cobertura para prática de esportes, e até mesmo assistência odontológica.

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Em alguns países europeus do Tratado de Schengen, nos Emirados Árabes, na Austrália e em países da América do Sul, como Venezuela, Equador e Uruguai, o seguro-viagem com coberturas específicas é obrigatório para entrada no território. Por isso, é essencial escolher um seguro adequado, levando em consideração o destino, a duração da viagem e as atividades planejadas.

Com as mudanças e exigências adotadas por países como Argentina e Estados Unidos, os viajantes brasileiros devem estar atentos ao planejar suas viagens internacionais. O seguro-viagem se torna ainda mais relevante em 2025, não só como uma medida de proteção financeira, mas também como uma garantia de assistência em situações adversas durante o período no exterior. Investir nessa proteção pode evitar prejuízos significativos e proporcionar uma viagem mais tranquila e segura.

Fonte original: Infomoney

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Publicado por Redação AmdJus, com base em fontes públicas. Saiba mais sobre nossa linha editorial.

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