Seguro de vida: desmistificando 9 conceitos sobre essa proteção financeira
Em 2025, o mercado de seguros de vida registrou um crescimento significativo, com aumento de 12,35% em termos nominais e 6,87% em termos reais em comparação a 2024, segundo dados da Susep. No entanto, apenas 18% dos brasileiros possuem esse tipo de seguro, apontando para a existência de desinformação e mitos que cercam o tema, segundo a Fenaprevi.
Uma das dúvidas mais comuns é se a indenização do seguro de vida é isenta de Imposto. A verdade é que o valor recebido pelos beneficiários não sofre incidência de Imposto de Renda e não requer processo de inventário, o que agiliza o suporte financeiro em momentos delicados.
Outro mito desbancado é que o seguro de vida é exclusivo para quem tem herdeiros. Na realidade, a escolha dos beneficiários é livre, permitindo que o segurado indique amigos, parentes não diretos e até mesmo pessoas jurídicas para receber a indenização.
Além disso, existem planos que possibilitam o resgate de parte do valor investido, dependendo do tipo de cobertura e do tempo de contribuição. Essa flexibilidade é essencial para adaptar a proteção às mudanças ao longo da vida.
Diferentemente do que se pensa, o seguro de vida não é inacessível para a maioria das pessoas. O mercado oferece uma variedade de planos com coberturas personalizáveis e valores que se adequam a diferentes orçamentos, tornando-o uma opção viável para diversos perfis.
Uma informação importante é que o seguro de vida moderno vai além das coberturas de morte, incluindo situações como diagnóstico de doenças graves, invalidez permanente, internação hospitalar e assistência para cuidados com a saúde mental. Essas proteções podem ser acionadas enquanto o segurado está vivo, proporcionando suporte em momentos delicados.
Iniciar o seguro de vida o quanto antes é uma prática recomendada, pois permite ajustar e ampliar as coberturas ao longo do tempo, de acordo com as mudanças pessoais e profissionais.
Contrariando a crença comum de que o plano de saúde é suficiente, o seguro de vida atua como complemento, cobrindo despesas extras como medicamentos caros, perda de renda por afastamento e custos indiretos de doenças graves.
Mesmo com doenças pré-existentes, é possível contratar um seguro de vida, pois os processos de análise de risco são flexíveis e permitem adaptações, como reajustes de preços e exclusão de condições específicas na cobertura.
Por fim, o seguro de vida se mostra essencial mesmo para aqueles que possuem FGTS ou INSS, já que vai além da proteção em caso de desemprego, abrangendo invalidez ampla, doenças graves e outros custos que os benefícios públicos não cobrem completamente.
Diante dessas informações, fica evidente a importância de desmistificar o seguro de vida e compreender o papel fundamental que essa proteção financeira desempenha em diferentes fases da vida.
Fonte: Exame
Publicado por Redação AmdJus, com base em fontes públicas. Saiba mais sobre nossa linha editorial.
