Após eleições, Argentina vive alívio cambial e Banco Central se prepara para reconstruir reservas
Dia de Alívio cambial na Argentina Após Eleições e Possibilidade de Recomposição de Reservas pelo BC
Após a vitória do partido La Libertad Avanza, do presidente Javier Milei, o mercado de câmbio na Argentina vivenciou um dia de alívio após semanas de tensão. O dólar atacadista fechou em 1.435 pesos, registrando uma queda de 3,8% em relação ao fechamento da sexta-feira, o que equivale a 57 pesos.
Especialistas já debatem se o Banco Central argentino deve aproveitar a situação para recompor as reservas cambiais do país, adquirindo dólares, ou aguardar um pouco mais para aproveitar a tendência de valorização natural da moeda local.
No mercado atacadista, o volume negociado atingiu US$ 405,4 milhões, representando quase a metade do que foi negociado nas últimas duas semanas. No varejo, o dólar do Banco Nación fechou em 1.460 pesos para a venda, com queda de 3,6%, enquanto o dólar blue, no mercado paralelo, encerrou em 1.465 pesos na venda, também com queda de 3,6%.
A empresa de consultoria 1816 ressaltou a possibilidade de interromper a reação exagerada por meio da compra de dólares para estabilizar a taxa de câmbio nos próximos dias. Esse movimento, segundo Damián Vlassich, da IOL Inversiones, influenciará a postura do governo em relação à queda do dólar e marcará o cenário.
Por sua vez, a empresa Delphos previu que a taxa de câmbio voltará a operar dentro das bandas definidas pelo Banco Central, com uma expectativa de volatilidade inicial devido ao excesso de hedge realizado por muitos operadores nos últimos dias.
Fonte original: Infomoney
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