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BYD Dolphin Mini: custo do seguro é 30% maior que do HB20 em março

Em março de 2026, o cenário dos seguros de automóveis no Brasil apresenta significativa volatilidade, com o BYD Dolphin Mini EV 4P sendo destacado como o carro com o seguro mais caro, tanto para homens quanto para mulheres. Essa atualização é crucial para os consumidores que buscam economizar em seus seguros e entender como as opções de veículos influenciam nesse gasto.

Custos Médios de Seguro: O Que Diz a Pesquisa?

De acordo com o levantamento realizado pela Creditas Seguros, o custo médio do seguro do BYD Dolphin Mini é de R$ 3.890,91 para homens e R$ 4.311,27 para mulheres. Esses valores refletem uma realidade que pode ser alarmante para muitos motoristas, uma vez que o seguro é um custo oculto significativo na compra de um veículo. Por outro lado, o Novo HB20 Sense Plus 1.0 apresenta os menores preços médios, com seguros de R$ 2.050,27 e R$ 2.431,74 para homens e mulheres, respectivamente.

A pesquisa abrange cotações em 11 das principais capitais do Brasil, considerando perfis de segurados homens e mulheres de 35 anos, casados. A informação é valiosa, pois os preços das apólices de seguro podem variar drasticamente dependendo do modelo do carro, da localização e do perfil do motorista.

O Que Influencia Nos Preços?

Os preços dos seguros de automóveis não são determinados apenas pelo modelo do carro, mas também por fatores como a localização do proprietário, idade, histórico de direção e até mesmo o gênero. O levantamento mostra que as mulheres, em média, pagam mais pelo seguro de automóveis em comparação aos homens. Isso pode ser surpreendente, visto que há uma percepção comum de que as mulheres são motoristas mais cautelosas.

O seguro de automóvel é baseado em dados e estatísticas que refletem o histórico de sinistros. Isso significa que a seguradora avalia o risco que representa cada perfil e, consequentemente, define o preço. Portanto, essa diferença nos preços médios pode ser vista como um reflexo das avaliações de risco que o mercado faz sobre diferentes grupos.

Uma Queda nos Preços em Março

Apesar das disparidades nas cotações, os números gerais mostraram uma queda nos preços médios dos seguros em março. Para os homens, o seguro médio caiu 3,9%, passando de R$ 2.741,67 em fevereiro para R$ 2.636,12 em março. Para mulheres, a redução foi ainda mais marcante, de 8,6%, com o preço médio caindo de R$ 3.395,53 em fevereiro para R$ 3.104,04. Essa tendência de queda oferece uma boa oportunidade para motoristas que buscam revisar suas apólices.

Esses dados indicam que o mercado está passando por uma mudança. A diminuição dos preços pode ser uma resposta à redução na incidência de sinistros ou a estratégias comerciais mais agressivas das seguradoras. O interessado em contratar um seguro deve estar atento a essas variações e buscar sempre as melhores ofertas.

Comparativo por Capitais e Perfil

Analisando as capitais, o Rio de Janeiro se destaca com os custos médios mais altos. O seguro para homens na cidade ficou em R$ 4.279,48, enquanto para mulheres atingiu R$ 4.253,97. Esses números contrastam com outras regiões, como São Paulo, onde os preços são substancialmente mais baixos. Esta disparidade geográfica nos custos pode ser atribuída a fatores como taxas de criminalidade e volume de tráfego na cidade.

Essa variação não é apenas um detalhe; ela impacta diretamente a decisão de compra do consumidor. Para aqueles que moram em capitais com seguros mais caros, pode ser financeiramente vantajoso considerar veículos com seguros mais acessíveis ou até mesmo optar por outros meios de transporte.

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Tendências Trimestrais e Perspectivas

Além disso, o levantamento revela que os preços médios dos seguros nos primeiros três meses de 2026 apresentaram uma elevação considerável. No caso dos homens, o custo médio do seguro saltou de R$ 2.390,32 em janeiro para R$ 2.636,12 em março, resultando em um aumento de 10%. Para as mulheres, o aumento também foi expressivo, de 6%, saindo de R$ 2.908,42 para R$ 3.104,04 no mesmo intervalo.

Esse crescimento nos preços indica uma possível recuperação do setor após um período de estabilidade e até queda. As seguradoras podem estar reagindo à demanda crescente por veículos e à pressão sobre os custos operacionais, fatores que podem afetar diretamente as apólices de seguro.

O Que Fazer Agora?

Diante desse panorama, é essencial que tanto os motoristas quanto os empresários permaneçam informados sobre as tendências de preços dos seguros. A primeira medida a ser tomada é reavaliar sua apólice de seguro. Se você possui um dos carros com valores de seguro mais altos, considere outras opções de veículos ou consulte as seguradoras para estimativas mais precisas.

Além disso, seria prudente sempre comparar várias cotações e buscar informações adicionais sobre descontos ou opções que podem reduzir o custo do seguro. Localidades diferentes e modelos de veículos alternativos podem oferecer alívio financeiro.

Portanto, acompanhar essas fluctuações pode significar economia não só agora, mas também na longo prazo. Reúna informações, analise as cotações e faça uma escolha consciente no momento da contratação ou renovação de sua apólice de seguro.

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Fonte original: Infomoney

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Publicado por Redação AmdJus, com base em fontes públicas. Saiba mais sobre nossa linha editorial.

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