Queda significativa no índice de pobreza na Argentina em 2025
O Instituto Nacional de Estatística e Censo (INDEC) divulgou dados mostrando que o nível de pobreza na Argentina registrou uma queda no segundo semestre de 2025, atingindo o patamar de 28,2%. Esse é o menor percentual desde 2018, quando ficou em 27,3%. Isso representa 8,5 milhões de pessoas vivendo nesta condição no país.
Redução da indigência para 6,9%
Além da redução na pobreza, a situação de indigência na Argentina também apresentou melhorias, indo de 6,9% no final do primeiro semestre para 6,3% no encerramento do ano passado. Isso equivale a um total de 1,8 milhão de pessoas em situação de extrema pobreza.
Evolução dos índices desde 2018
Desde 2018, houve uma evolução significativa nos índices de pobreza e indigência na Argentina. Em 2018, a taxa de pobreza estava em 27,3%, enquanto em 2025 chegou a 28,2%. Por outro lado, a taxa de indigência caiu de 11,9% para 6,3% no mesmo período.
Impacto das políticas de Javier Milei
A trajetória de redução da pobreza e da indigência na Argentina está sendo associada às políticas implementadas durante a gestão de Javier Milei, que assumiu a presidência no final de 2023 com a taxa de pobreza em 41,7%. Desde então, esses índices vêm sendo reduzidos de forma consistente.
Critérios para definição de pobreza
O INDEC considera como famílias pobres aquelas compostas por 3,8 pessoas, com uma renda mensal de $783.493 pesos, para um consumo total de alimentos de $1.219.130 pesos. Já as famílias em situação de extrema pobreza têm, em média, 3,9 pessoas, com renda média de $354.134 pesos e cesta básica necessária calculada em $535.991 pesos.
Tendência de queda nos índices
Os dados revelam uma tendência de queda nos índices de pobreza e indigência na Argentina ao longo dos últimos anos, demonstrando um cenário de melhoria nas condições econômicas da população. A implementação de políticas focadas na redução da desigualdade tem contribuído para esse cenário positivo.
Conclusão
Diante da redução no índice de pobreza e indigência na Argentina, é possível observar um cenário de melhoria nas condições econômicas da população, quando comparado aos anos anteriores. A implementação de políticas focadas na diminuição da desigualdade tem sido fundamental para esses resultados positivos, impactando diretamente a qualidade de vida dos argentinos. A tendência de queda nos índices é um indicativo de que as medidas adotadas estão surtindo efeito, proporcionando um panorama mais otimista para o futuro do país.
Fonte original: Estadão
Publicado por Redação AmdJus, com base em fontes públicas. Saiba mais sobre nossa linha editorial.
